
Este boteco servirá para trazer aos amigos e amigas algumas das discussões para a mesa de bar sobre meio ambiente,economia solidária, movimento estudantil e a construção de uma sociedade justa, soberana e fraterna. Serão servidas doses apimentadas, doces, suaves, amargas e ácidas tudo de acordo com o gosto da clientela que por aqui irá passar Sinta-se a vontade peça a sua dose de palavras no cardápio e saboreie com participação.
Marco Weissheimer
Buenas vivente
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Praça dos Esportes e da Cultura

domingo, 22 de maio de 2011
Os espaços públicos nem tão públicos assim!

A idéia de que as cidades possuem uma esfera pública, pertencente e usada pela coletividade e uma esfera privada, cuja posse e manutenção respondem aos interesses de um ou mais indivíduos específicos, é bastante antiga, mas virá a se definir plenamente com a urbanística grega durante a Antiguidade Clássica. Para os gregos, a ágora era o espaço que inserido na pólis, representava o espírito público desejado pela coletividade da população e onde se exercia a cidadania.
Mas a prefeitura de Porto Alegre, teima em tentar de todas as formas tornar os espaços públicos, os espaços da cidadania do povo de Porto Alegre em um espaço privado. Num espaço que responda apenas a interesses dos seus "proprietários", infelizmente esta é a ótica dos governos Fogaça-Fortunatti.
Quero destacar aqui 3 debates e obras que estão acontecendo em Porto Alegre, a primeira foi a destinação do espaço público do Teatro do Araújo Vianna para a Pepsi e Opus produtora. A segunda e a imagem que posto aqui segue como exemplo é a destinação do espaço do mercado público a Coca Cola. E por fim a tentativa novamente da prefeitura de POA e de seu prefeito Fortunatti ( PDT) de tentar cercar o parque da redenção, que é um símbolo de Porto Alegre.
Espero que a população de Porto Alegre se atente aos espaços de lazer e de construção de cidadania e defenda estes espaços de qualquer tentativa de nova privatização.
quinta-feira, 19 de maio de 2011
O governo dos esquecidos e dos lutadores sociais!

No dia 21 de agosto de 2009, era assassinado covardemente com um tiro pelas costas Elton Brum, militante e lutador social do movimento dos trabalhadores sem terra. Esta era a forma como o governo de Yeda Cruzius (PSDB) tratava os movimentos sociais que reivindicavam seus direitos, era na bala e no cacetete.
Os tempos do governo Yeda foram desastrosos para agricultura familiar em nosso Estado,o fim do gabinete da reforma agrária,a não assinatura do PRONERA, a criminalização do MST,a não negociação das dívidas com os pequenos agricultores e falta de prioridade de investimento aos pequenos produtores rurais foram algumas das ações de desmonte das políticas públicas que Yeda fez em nosso Estado.
O Governo Tarso foi eleito com o compromisso de lutar pelos pequenos produtores rurais, retomar os investimentos no setor e garantir uma política de desenvolvimento integrado para nosso estado. Valorizar a agricultura familiar é garantir uma alimentação saudável ao povo brasileiro, estudos apontam que 70% dos alimentos consumidos são oriundos de pequenas propriedades rurais.
Hoje foi um dia histórico, pois se a dois anos atrás tivemos um governo que foi responsável pela morte de um agricultor familiar. Hoje dia 19 de maio de 2011 vimos o governador Tarso Genro(PT) receber milhares de agricultores familiares na praça da matriz e vestir o boné do MPA (movimento de pequenos agricultores) movimento que é ligado a Via Campesina.Tarso genro (PT) afirmou que é parceiro da luta dos agricultores e agricultoras familiares no abatimento das dívidas contraídas por estes e será interlocutor junto ao governo federal.
Tarso Genro(PT) logo no início do governo já sinalizava apoio ao movimento de pequenos agricultores primeiro com a anistia de dividas a 44.842 produtores com a aprovação do PL 01/2011 que anistiou agricultores beneficiados nos programas de créditos do Fundo Estadual de Apoio ao Desenvolvimento dos Pequenos Estabelecimentos Rurais – FEAPER, do Fundo de Terras do Estado do Rio Grande do Sul – Funterra/RS e do Fundo Pró-rural 2000. Depois a retomada da política das escolas itinerantes do MST e a educação da terra, com certeza este governo é dos esquecidos e dos lutadores sociais.
Muita luta ao povo do campo e uma saudação ao companheiro Elton Brum que hoje esta conquista seja em sua homenagem!
Pátria Livre, Venceremos !
sábado, 14 de maio de 2011
Amigo consultor
Por isso novamente. estarei usando esta ferramenta para comunicar, diálogar e construir posiçoes na sociedade.
segunda-feira, 15 de março de 2010
O Jeito Tucano de Governar.

Os tucanos têm o costume de dizer que suas sucessivas gestões no governo do Estado de São Paulo são exemplos de administrações bem sucedidas.
Se por um lado, para quem vive em São Paulo e sofre cotidianamente as mazelas de serviços públicos precários, essa afirmação é uma grande falácia, por outro, a blindagem que a grande imprensa faz das gestões tucanas e a submissão da Assembléia Legislativa, que já engavetou dezenas de CPIs, faz com que se tenha uma, equivocada, percepção de que São Paulo vai bem.
Pois não vai, durante os governos tucanos, o Estado de São Paulo perdeu participação no PIB nacional, foi promovida a maior transferência de patrimônio público para a iniciativa privada que se tem notícia no país (R$ 79,2 bilhões), o funcionalismo vive a míngua, a educação pública é uma tragédia, sem falar na falta de democracia e diálogo que vigora. José Serra, presidente da UNE, no golpe militar em 1964, foi o responsável pela invasão da PM à USP, algo que não se via desde o sombrio ano de 69.
Com a perspectiva de deixar mais nítido os resultados e o jeito tucano de governar, além de municiar a militância e os movimentos sociais, que a bancada petista na ALESP está publicando o caderno “Diagnóstico da Gestão Tucana em São Paulo”. Em 84 páginas, é feito um raio-X sobre a atuação do governo estadual nas áreas de: agricultura, cultura, desenvolvimento econômico, educação, esporte e lazer, finanças, funcionalismo, habitação, meio ambiente, promoção social e direitos humanos, saneamento e drenagem urbana, saúde, segurança pública e transportes.
Enfim, uma leitura obrigatória para a disputa de 2010. Para baixar clique aqui.
sábado, 13 de março de 2010
Voto Minerva do presidente derruba Moção de apoio à Consulta Acadêmica na UCS
A eleição para a reitoria da Universidade de Caxias do Sul (UCS) foi tema da Sessão da Câmara de Vereadores, nesta quinta-feira. O que motivou a discussão, acirrada, foi a Moção de apoio ao resultado da Consulta Acadêmica para a escolha do reitor de autoria do vereador Rodrigo Beltrão (PT). A matéria não foi aprovada por causa do voto Minerva do presidente da Casa, o vereador Moisés Paese (PDT). A votação terminou empatada, 07 votos contra e 07 a favor. Pelo regimento interno, coube ao presidente desempatar.
Paese disse que se votasse favorável, estaria indo contra aquilo que defende, a democracia direta para a escolha de seus representantes em qualquer decisão ou regime. O autor da Moção, disse que o objetivo é que a Câmara de Vereadores, enquanto representação do povo pudesse transparecer o que já é uma posição dos professores, funcionários da UCS e dos próprios candidatos que já manifestaram o desejo de que o resultado da Consulta seja respeitado pelo Conselho Diretor.
A situação justificou que tanto o autor quanto a bancada de oposição tentaram fazer política com a questão, porque o atual reitor da Instituição, Izidoro Zorzi, tem uma ligação muito forte com o PMDB, partido do prefeito José Ivo Sartori, que inclusive é filiado à Sigla.
O vereador Édio Elói Frizzo, foi o mais enfático e chegou a acusar Rodrigo Beltrão de estar pautando a Câmara. Ele disse que questiona se pesos diferentes dados para professores, alunos e funcionários, no processo de consulta, é justo. “Sabemos dos interesses da Universidade envolvidos nesse processo, por isso não se deve tomar decisões precipitadas. Além disso, construções de matérias polêmicas devem ser coletivas, ter a participação dos demais Vereadores”, discursou. O vereador Daniel Guerra (PSDB), disse que votou favorável mesmo que a Moção tenha sido encaminhada anterior ao resultado da consulta, porque consulta é consulta e cabe ao Conselho acatar ou não a decisão.
O vereador Ari Dallegrave chegou a ficar irritado com o vereador Beltrão e justificou que o caráter preventivo da Moção impede o voto favorável. Ela se refere ao resultado das eleições, que só acontecem a partir do próximo dia 15. “A Casa não pode concordar com algo ainda abstrato. Sugiro que o Vereador proponente reapresente o documento, após o resultado”, disse. Marcos Daneluz (PT), falou que o fato da Moção ser anterior às eleições descarta qualquer intenção político-partidária do documento. “No momento, a consulta é a opção mais democrática”, alegou.
Geni Peteffi (PMDB), disse que a Moção, se aprovada, representaria a vontade da Casa. Dessa maneira, surgeria uma situação delicada caso o resultado da consulta não seja acatado pelo Conselho Diretor e entende que o autor da Moção tentou intimidar a Casa. “Votei contra, como sempre voto pelas minhas convicções”, disse.
A vereadora Ana Corso (PT) disse que a Moção concorda com a possibilidade de consulta, que acata a vontade da comunidade universitária. “Os estudantes devem contar com essa opção democrática”, alegou. Para ela a Casa já votou Moção encaminhada individualmente e justificou que o mérito da matéria coloca que a Câmara teria posição a uma relação de apoio a decisão do Conselho Diretor, que abriu a consulta para a eleição da reitoria.
O vereador Mauro Pereira votou contra justificando que faltou debate sobre a questão e que não tem conhecimento de que está por trás da Moção. A vereadora Denise Pessôa (PT) lembrou que o Conselho Diretor da UCS apóia a consulta acadêmica, assim, a Moção vem ao encontro dessa idéia. “É o meio mais Democrático do qual se dispõe no momento, mesmo não sendo uma consulta direta”, justificou.
Votaram a favor da Moção, os vereadores petistas: Marcos Daneluz, Ana Corso, Rodrigo Beltrão e Denise Pessôa, os vereadores Renato de Oliveira (PC do B), Daniel Guerra (PSDB) e Gustavo Toigo (PDT).
Votaram contra a Moção, os vereadores peemedebistas: Ari Dallegrave, Alaor de Oliveira, Geni Peteff e Mauro Pereira e os vereadores Édio Elói Frizzo (PSB), Renato Nunes (PRB) e Arlindo Bandeira (PP).
Estiveram ausentes os vereadores: Assis Mello (PC do B) que saiu no momento da discussão e Pedro Incerti (PDT), que não estava na Sessão.
sexta-feira, 5 de março de 2010
As mídias e a direita !!

O risco Dilma para aqueles que crêem no livre mercado e nas privatizações é muito grande, não apenas por se distanciar de uma agenda neoliberal e enterrar de vez o esqueleto ideológico que o PSDB/DEM representa ao país.
O risco é muito maior, pois cria um novo ciclo da política brasileira, o ciclo pós Lula. Por que ciclo pós Lula? Um novo ciclo que coloca na agenda do Estado Brasileiro a garantia de direitos essenciais ao homem e a mulher. Qualquer que seja o projeto colocado para as disputas eleitorais de 2010 minimamente terá que reafirmar um programa até hoje construído pelo 8 anos do governo Lula.